Autoestima

AUTOESTIMA

Autoestima é muito mais do que olhar-se no espelho e gostar de si mesmo. Autoestima é também apoiar-se em todos os momentos, estar ao seu lado como se fosse seu próprio melhor amigo e gostar de si mesmo apesar de perceber que é diferente de todas as outras pessoas.

A sociedade diz ‘seja isso, seja aquilo, faça isso, faça aquilo’ e sentimos que devemos nos moldar de acordo com estes padrões sociais pré-estabelecidos para sermos aceitos e felizes.

Quando temos uma opinião, uma atitude ou um modo de vida diferente do padrão vigente, muitas vezes, nos sentimos um peixe fora d’água, um ET e um sentimento interior de ‘não pertencer’ pode nos dar a sensação de solidão e desamparo.

Para esconder este sentimento dos outros ou até de si mesmo, muitos de nós resolvem este ‘problema’ fingindo ser o que não é, seja para agradar, seja para pertencer ao grupo.

Passamos a ter as mesmas opiniões, atitudes e estilo de vida parecido com o das outras pessoas, como se disséssemos a nós mesmos que está tudo bem, ‘sou normal’.

E o que é ser normal? Agir de forma comum, nada espontânea, desrespeitando a própria essência? Muito difícil que seja assim… Pois não pode ter nada de ‘normal’ se desrespeitamos o fluxo natural da nossa vida interior.

Se uma flor quisesse ser como uma árvore, não poderíamos mais sentir o perfume maravilhoso das flores ou a beleza de suas cores; se por outro lado, as árvores quisessem ser como as flores, não poderíamos mais saborear seus frutos ou descansar debaixo de sua sombra… A diferença é louvável e necessária para que vida aconteça, só que nós, seres humanos, pensamos demais… E pensamos tanto, criamos tantos problemas em nossa mente, que nos distanciamos de nós mesmos.

Autoestima é reconhecer nossa diferença e gostar dela! Mesmo que aos olhos dos outros, isto pareça um defeito e não uma qualidade. O importante é sermos autênticos, estarmos conosco, nos apoiando na nossa própria verdade. Se você está consigo, nada poderá lhe derrubar, pois você mesmo terá força o suficiente para se levantar.

Por isso, goste de você do jeito que você é e logo verá que os outros também gostam! O tal do ‘igual a todos’ é entediante, não traz surpresa e não valoriza quem você é. Seja autêntico, respeite sua verdade, mantenha suas opiniões próprias e valores, respeite seu corpo, ame-se acima de tudo, já que você é a morada do Deus e da Deusa! Eles estão presentes em cada ser, e em cada um deles apresentam-se com uma cara diferente, uma faceta particular e isso é lindo! Pare de se comparar aos outros, respeite sua Divindade, sua essência.

Fonte:  Alethea Koumrouyan: Saiba mais sobre meu trabalho no site: WWW.decifra-me.com.br ou no blog WWW.alamedadasfadas.com.

História de vida: Justificativa às falhas de nossa personalidade?

HISTÓRIA DE VIDA: JUSTIFICATIVA ÀS FALHAS DE NOSSA PERSONALIDADE?

“Viver… E não ter a vergonha de ser feliz… Cantar, cantar e cantar… Na beleza de ser um eterno aprendiz”…

A aprendizagem faz-se presente ao longo da vida de todo ser humano: nascemos com instintos de sobrevivência e nos transformamos a medida em que somos “criados”: pela família, a escola e mesmo a sociedade de forma geral.

Essa que trata de impor condições, onde cabe a cada um designar aquilo que agrega pontos positivos e consideráveis em sua vida ou descartá-las. Assim, formando nossa visão de mundo, pessoas e criando nossa própria filosofia de vida, que implicará na tão questionada PERSONALIDADE.

Mas enfim, o que é PERSONALIDADE? Seria uma criação una ou um ponto de partida a ser transformado gradativamente?

De maneira flexível encontramos diversos estudos, consideradas imensas buscas para compreender melhor essa questão, pois exatidão ao se tratar de VIDA não é possível nem tampouco indicada.

Podemos citar um grande teórico, Carl Rogers ( Premio Nobel da Paz,1987 ), que contrário das teorias psicanalíticas que visa o ser humano como um produto do inconsciente e das teorias behavioristas que tudo surge do meio em que vive, concluindo a perspectiva de um ponto existencial humanista,em que todo ser humano tem plena responsabilidade referentes a construção do seu próprio ser (Rogers, 1.961).

Exemplos divulgados na mídia ao longo dos tempos, são grandes personalidades, muitas vezes criados em locais abaixo da linha da pobreza (as denominadas favelas), em que muitos potenciais são descobertos e possuem vidas dignas e de muito trabalho, contando com vocações descobertas ao longo e valorizadas, como por exemplo, escritores, cantores, jogadores, músicos, etc.

Em contrapartida, outros seres humanos nas mesmas condições se tornam usuários de drogas, álcool e participam de grupos marginalizados e envolvidos com tráficos, roubos e seqüestros. Muitas vezes culpando o meio em que vivem, a criação ou contatando forças superiores para maiores informações ao se considerar tão injustiçados, justificando que a sua história de vida é a explicação para tudo o que lhe ocorre.

Mas será que a história de vida justifica as degradações ocasionadas na humanidade, compreendidas como personalidades construídas com base em seu meio ambiente ou mesmo como fruto do inconsciente?

Há controvérsias que prezam a responsabilidade única do próprio ser humano e suas escolhas, pois segundo o conceito Rogeriano, compreendemos que sentimentos de pena (mesmo colocando-se na posição de vítima), e o determinismo seriam maneiras de negar as próprias potencialidades e a capacidade de realização de cada indivíduo (Forisha, Mihollan, 1978).

Assim, compreendemos que somos autores de nossa própria história, em que dificuldades e mesmo os sofrimentos fazem parte da trajetória humana. Mas que depende indiscutivelmente de nós mesmos para que o processo de aprendizagem e conseqüentemente de transformação, seja positivo e contribua para o crescimento real da personalidade em forma de maturidade e coerência.

Fatores homogêneos encontrados ao longo da humanidade, que colocam muitas vezes em descréditos tal explicação, passam a buscar apenas justificativas para todos os conflitos gerados ao longo da própria existência.

Para o processo de busca (origem) e compreensão, a psicoterapia é importante para o entendimento dos conflitos ocasionados a cada indivíduo. Normalmente histórias drásticas, terminam por deixar seqüelas em forma de transtornos psicológicos, como resultado desequilibrado na construção de nossa personalidade.

E assim, é possível compreender que o ser humano é responsável por tudo acarretado em sua vida. Mas pode-se contar com o auxílio psicoterapêutico, para descobertas (autoconhecimento), onde encontrará as próprias respostas, bem como os novos direcionamentos em sua vida.

Dessa forma, compreendendo que na construção de nossa personalidade e história de vida não existem culpados externos, e sim, obstáculos comuns ao longo de nossas vidas. Porém, envolvendo a negatividade que acarretamos e nos entregamos muitas vezes, até mesmo como forma de extravasar a dor, iniciamos os inúmeros conflitos e transtornos psicológicos repercutidos em toda humanidade.

Fonte: Carolina Cristina Careta é Psicóloga Clínica. Como escritora é membro do Grêmio Cultural Profº Pedro Fávaro e da AILA (Academia Infantil de Letras e Artes, categoria adulto) ambos na cidade de Jundiaí. Participante de nove Antologias, concursos literários, publicações em jornais locais e sites. Colunista do site: www.psicologia.com.pt

BIBLIOGRAFIA

Rogers, C. Tornar-se Pessoa. Martins Fontes:1.961.

E. Forisha, Frank Milhollan. Skinner X Rogers: Maneiras contrastantes de encarar a educação. 8 ed. São Paulo: Summus, 1978.

Um mundo doente

Um mundo doente

“A educação é um processo social, é desenvolvimento.

Não é a preparação para a vida, é a própria vida.”
(John Dewey)

Crise na Europa e nos Estados Unidos, queda de governos árabes, discussões sobre o aquecimento global. As doenças que acometem o mundo não são de ordem econômica, política ou ambiental. Nossas mazelas são de caráter social. A sociedade está enferma.

As pessoas estão fisicamente doentes. Caminhe por uma praia e observe a condição dos banhistas para constatar a falta de cuidados com o próprio corpo, fruto de vida sedentária, alimentação desregrada, ausência de atividade física. Não é à toa que obesidade, hipertensão arterial e doenças coronarianas crescem vertiginosamente.

As pessoas estão mentalmente doentes. Ansiedade, angústia, transtornos de humor. Como prova do que digo, observe a proliferação de drogarias por todo o país. E mais do que o número de novos estabelecimentos, a frequência maciça de consumidores. Não importam dia e horário, invariavelmente você encontrará filas nos caixas. Gente comprando de medicamentos para as dores do corpo, a ansiolíticos e antidepressivos.

As relações sociais estão doentes. Temos cada vez mais amigos virtuais, mas continuamos sem conhecer o vizinho que reside há anos na porta ao lado. Familiares não comungam de uma mesma refeição, pais e filhos pouco conversam, casais de amigos em um encontro pessoal trocam a autenticidade de um diálogo pela efemeridade de tuitadas em seus smartphones.

As empresas estão doentes. Mesmo quando lucrativas, sofrem com crises de liderança, dificuldades para engajar seus funcionários e reter talentos, dilemas morais para alinhar discursos institucionais às práticas corporativas.

Valores e virtudes estão doentes. Intolerância, egoísmo e cupidez suplantam condescendência, generosidade e gentileza. Prevalece a ética do interesse pessoal em detrimento do coletivo.

No dia seguinte ao réveillon, na praia, no campo ou nas ruas das cidades, o cenário era de guerra. Lixo por todos os lados. Garrafas despedaçadas, deixando cacos de vidros infiltrados na mesma areia onde crianças inocentemente iriam brincar ao raiar do dia.

Nossos problemas não são conjunturais, mas estruturais. E a solução passa por reflexão, educação e cultura.

Fonte: Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de “Somos Maus Amantes – Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento” (Flor de Liz, 2011), “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional” (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

Práxis Filosófica

Práxis Filosófica

E é assim

Meio escondido

Que vejo o mundo

Pergaminho perdido

Sentimento paleolítico

Que me assalta

No entressono

Paulo de Tarso

Urge aplicar a filosofia a temas da vida prática como o universo da labuta, a construção de um espaço pessoal nas cidades e a relação com quem amamos. Alain de Botton, figura pop do pensamento contemporâneo, discorre sobre a necessidade de retirarmos a Filosofia das estantes inacessíveis, para recolocá-la no coração das grandes questões de nossa época, pois o patrimônio de sabedoria acumulado pelos grandes pensadores ao longo dos séculos é muito precioso para que fique limitado aos estudiosos do restrito universo acadêmico.

Franklin Leopoldo e Silva, filósofo, professor da USP, afirma o papel relevante do filósofo e da filosofia: o Filósofo se debruça sobre a vida e os acontecimentos, colocando sua capacidade de reflexão à serviço do esclarecimento, do mundo em que vivemos. Por outro lado, a Filosofia não é o domínio abstrato de um pensamento formal, mas sim algo sempre referente ao teor dramático que permeia a vida de todos.
Acreditamos que a melhor mediação entre o conhecimento e o indivíduo é aquela realizada no interior de um espaço amoroso, onde educador e educando estabeleçam um pacto de aceitação mútua no qual, ambos saiam crescidos. Na glacial burocracia que tolhe o acesso à filosofia, não são somente os jovens os grandes perdedores, mas a sociedade como um todo.
Desgosta-nos observar que a filosofia seja mera figura retórica num discurso que parece majoritariamente sintonizado com diretrizes burocráticas estabelecidas sobre o que deve ser a educação, sem reconhecer que todo indivíduo, tem direito de exercer sua voz como cidadão participante da cultura.

Fonte: Mariah de Olivieri, bacharel em Comunicação Social, licenciada e mestre em Filosofia.  Terapeuta, Especialista em Essências Florais, desenvolve sua clínica a partir da abordagem Filosófica Existencial, centrada no desenvolvimento da singularidade do indivíduo. Dedica-se às artes plásticas e à literatura. Profere palestras, mantém uma coluna mensal no jornal Varanda Cultural, publica semanalmente artigos filosóficos online no Espaço Ecos.

Por que a nutricição funcional consegue maiores resultados?

Por que a nutricição funcional consegue maiores resultados?

A Nutrição Funcional não somente consegue maiores resultados como também faz com que os mesmos sejam duradouros. Esta nutrição não está unicamente voltada para contagem de calorias, consumo de diet e light, fibras, vegetais e legumes mas sim voltada para o que SEU corpo necessita, de acordo com o seu metabolismo e sua individualidade bioquímica.

Já notaram que muitas pessoas fazem o mesmo tipo de tratamento para emagrecer mas os resultados não são os mesmos? Ou então alguém “pode” comer de tudo e não ganha peso ou o mesmo alimento que é bom para alguém faz mal para outro ou o metabolismo de um é mais lento que o outro? Então, eu posso ficar aqui elucidando inúmeros exemplos do quanto nós somos diferentes e se esta diferença existe como traçar o mesmo plano alimentar ou “dieta” para o mesmo grupo de indivíduos ou para as mesmas pessoas? O resultado a curto prazo pode até ser benéfico mas dai há algum tempo volta tudo a ser como antes ou até pode piorar!

A Nutrição Funcional é baseada em escolher os alimentos certos para cada tipo de pessoa, montar planos alimentares individualizados nos quais serão abordados os alimentos que melhoram os sinais e sintomas apresentados além de focar no que o paciente deseja. Além disso podem ser solicitados exames laboratoriais diversos para detectar inflamação, se há muitos radicais livres no corpo, alterações sanguíneas, de vitaminas e minerais e outros muitos. Ela diferencia muito da outra nutrição porque o paciente melhora não somente o principal da sua queixa, como a maioria é a perda de peso, mas sim o que levou ao paciente engordar e quais sinais e sintomas ele apresentou. E ela é focada no que os alimentos irão fazer para melhorar o funcionamento do seu DNA fazendo com que haja um envelhecimento saudável e com qualidade de vida permanente.

Você sabia que a Nutrição Funcional pode melhorar vários quadros de doenças  ou sintomas como depressão, fibromialgia, hipertensão, diabetes, candidíase crônica, enxaqueca, gastrites, inflamações, atrites, dores musculares, fadiga, cansaço, alterações de humor, compulsividade e muitos!

Não perca tempo, procure um nutricionista funcional que tenha especialização nesta área!

Não faça escolhas erradas! Marque já sua consulta!

Nutricionista Ana Paula Fidélis

Contatos:

Tel: (31) 3417-2362

http://www.anapaulafidelis.com.br

Estrangeiro

Estrangeiro

“Não suportamos os que são diferentes de nós porque têm a pele de cor diferente, falam uma língua que não compreendemos, porque comem rãs, macacos, porcos, alho, porque se fazem assim tão diferentes. Na vida, estamos sempre expostos ao trauma da diferença”

Podemos considerar estrangeiro, leia-se aqui: aquele estranho a nós, não-familiar, com suas idéias, conceitos e formas, de duas maneiras:

A primeira é como um estrangeiro estranho e ameaçado, um ser que desperta um emaranhado de emoções contraditórias. Frequentemente nos sentimos tão estranhamente ameaçados pelo estrangeiro que, antes de chegar mais perto dele, nosso impulso é afastar-nos e quiçá destruí-lo.

Extinguir suas idéias, seus conceitos e toda a sua forma de ser, tão diferente da nossa, e por isso, tão ameaçadora.
Só nos resta a fuga. Antes que talvez, em algum momento, ele nos destrua ou nos arrebata.

A segunda maneira é tratar o estrangeiro não como um ser ameaçador e sim, um objeto “exótico”; isto é: aquele que está fora de nós e, sobreposto à isso, nos instiga, impulsionando-nos à decifrá-lo, a conhecê-lo, a tentar compreendê-lo e quiçá, assimilar suas ideias tão divergentes e estranhas às nossas. Com isso, talvez possamos chegar à conclusão que não existe ameaça. Em realidade, ela estava disfarçada em outro sentimento, não menos contraditório: nosso temor.

Quem sabe, nessa estranha navegação pelas águas do desconhecido, possamos descobrir coisas interessantes, mensagens a nós desde a muito reservadas, e que o nosso medo, nos afastava do estrangeiro e de recebê-las.
Talvez possamos descobrir algum modo de aceitar esse diferente de nós, mas não indiferente a nós, sem nos sentirmos tão ameaçados.
Quiçá… Descobrir o diferente e aceitá-lo naquilo que o difere.
Aceitar o outro, enquanto ele seja uma réplica de mim, ícone de mim mesmo, não é tarefa difícil. Porém, aceitar o estrangeiro, tão diferente e ameaçador naquilo em que ele “é” diferente – esta é razão nômade; mutável, coerente e flexível como o próprio processo de existir.

Razão nômade – Tudo está em estado de mutação, nada concluído. Possivelmente, algumas coisas absolutamente contraditórias.

Fonte: Mariah de Olivieri, bacharel em Comunicação Social, licenciada e mestre em Filosofia.  Terapeuta, Especialista em Essências Florais, desenvolve sua clínica a partir da abordagem Filosófica Existencial, centrada no desenvolvimento da singularidade do indivíduo. Dedica-se às artes plásticas e à literatura. Profere palestras, mantém uma coluna mensal no jornal Varanda Cultural, publica semanalmente artigos filosóficos online no Espaço Ecos.

Sua corporação conhece a cooperação?

Sua corporação conhece a cooperação?

Já pensou em enxergar a sua empresa como uma cooperativa?  Em linhas gerais, estamos falando de um arranjo social e produtivo baseado na ideia de que, ao contribuir com o grupo, cumprindo os papéis que lhe foram designados, é possível promover tanto o bem coletivo como o individual. Ou seja, ao mesmo tempo em que os resultados gerados são positivos para a pessoa que o alcançou, eles fazem com que todos envolvidos naquele projeto possam ser beneficiados.

Os “blocos do eu sozinho”

Empresas em que há apenas um número muito reduzido de profissionais realmente comprometidos com um objetivo maior, que vai além da busca por remunerações mais elevadas e prestígio, são comuns. Vemos que muitas organizações possuem em seu quadro de funcionários uma série de “blocos do eu sozinho”. Em uma metáfora, podemos dizer que se tem uma seleção e, não, um time.

Muitas vezes, esse comportamento é gerado pela falta de uma plataforma eficiente de comunicação, que não é capaz de fazer com que os profissionais sintam que há algo em comum entre eles. Além disso, a liderança também pode ser um fator decisivo para que uma empresa valorize apenas as conquistas individuais ou, de forma responsável, busque sempre alcançar o máximo possível em grupo.

Amplie suas práticas

Uma das características mais interessantes do cooperativismo é a ação gerada pela livre vontade, conhecida pelos departamentos de RH como pró-atividade. Ao contrário dos sistemas hierárquicos em que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, vive-se uma situação em que todos utilizam sua capacidade de transformação para promover o bem-estar e o sucesso do grupo. Imagine como seria bom substituir a pergunta “já fez tal tarefa?” pelo agradecimento “muito obrigado por já ter cuidado disso”.

E existem muitos outros pontos interessantes. Por exemplo, o espírito das cooperativas opera com base na gestão democrática e justa da divisão dos recursos financeiros. Nas empresas, podemos ver que essas duas modalidades têm sido pensadas pela formação dos comitês e da pulverização de parte dos lucros entre os colaboradores. Não seria, então, o momento de fortalecer essas práticas e fazer com que elas sejam, de fato, os grandes diferenciais e pilares de uma organização?

Sustentabilidade

Para além dos simples atos que buscam preservar a natureza, a sustentabilidade só existe quando se atua de acordo com o conceito Triple Botton Line. Ou seja: uma organização deve ter atitudes ecologicamente corretas, promover o bem-estar social e ainda obter lucro. Bem, isso é que muitas cooperativas fazem, já que sua filosofia é baseada na preocupação com a comunidade.

Além disso, é muito comum que elas atuem também na formação e capacitação de seus integrantes, oferecendo cursos e oficinas constantemente. Nesse sentido, quanto do seu tempo tem sido investido na sua educação, tanto no sentido do aprendizado quanto no da transmissão dos conhecimentos que adquiriu com o passar do tempo?

“Cooperative-se!”

E, então, quão cooperativo é o espírito da sua organização? Deixe de lado os velhos padrões de comportamento e busque o novo para trazer ares inovadores para a sua empresa. Caminhamos para um futuro permeado pela coletividade, em que, respeitando a individualidade e as diversidades pessoais, temos consciência de que podemos caminhar juntos criando modelos mais valiosos e eficazes do que o individuo sozinho pode atingir,  promovendo o intercâmbio de ideias, a cooperação e a realização do trabalho em conjunto, aumentando o desempenho corporativo e a concretização de resultados.

Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor dos livros: Viva como Você Quer Viver e A Vida é Um Milagre, Editora Gente, disponíveis em AudioLivro pela Editora Nossa Cultura. Para mais informações, acesse www.edushin.com.br

Alimentos Funcionais: o que são e suas propriedades

Alimentos Funcionais : o que são e suas propriedades

De acordo com o Institute of Medicine, alimentos funcionais são alimentos que contém produtos potencialmente saudáveis, incluindo qualquer ingrediente alimentar ou alimento modificado que possa fornecer benefício saudável, além dos nutrientes tradicionais.

A alegação de propriedade funcional de acordo com a ANVISA é aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções normais do organismo humano.

O American Journal of Clinical Nutrition descreveu as alegações funcionais como tipo A e B. A do tipo A refere-se as consequências positivas de interações entre os componentes dos alimentos e funções no organismo sem referência direta à redução no risco de qualquer enfermidade. Exemplo: prevenção do estresse oxidativo – antioxidantes.

Já o tipo B refere-se a redução no risco de doença pelo consumo de componentes alimentares específicos ou misturas. Exemplo é a redução do risco de doença cardiovascular ou câncer.

Veja aqui alguns alimentos funcionais:

1 – Soja:  A principal substância estudada, a isoflavona tem potente efeito na redução do colesterol e LDL (gordura que causa infartos, AVC e outras doenças), diminuição do risco cardiovascular, ajuda a diminuir o peso corporal, redução no risco de osteoporose e cálculo renal. Por seus efeitos hormônio-símile com o estradiol ela diminui os sintomas da menopausa. Além destes efeitos ela auxilia na função imune, antioxidante e bem estar. A recomendação varia entre o consumo de 25 a 40 gramas de proteína de soja por dia por mais de 3 meses, e para menopausa acima de 60 gramas.

2 – Alho: Rico em compostos organosulforados tem ação na redução do colesterol total, ajuda a diminuir a pressão arterial, auxilia no controle do diabetes, é anticancerígeno, antioxidante, antibiótico e previne a formação de coágulos. A recomendação é de comer 1 dente de alho por dia, mas vale ressaltar que tem que ser mastigado e consumido cru. A dica é ralar por cima da preparação, colocar em molhos de saladas.

3 – Chocolate: Suas substâncias ativas estão no cacau e tem ação como poderoso antioxidante, redução na agregação plaquetária (redução de doenças cardiovasculares), modulação do humor. A recomendação é consumir o chocolate amargo e acima de 50% com cacau.

4 – Oleaginosas: Ricas em resveratrol, vitamina E, selênio, manganês, magnésio, arginina que atuam na prevenção contra doenças cardiovasculares, são antioxidantes, regulação da pressão arterial. A recomendação é variada de acordo com o paciente.

5 – Ácidos graxos ômega-3: Suas ações se devem ao EPA e DHA e atuam na redução de doenças cardiovasculares, redução dos triglicérides e colesterol total, participam no desenvolvimento da retina e do cérebro, atua nas doenças autoimunes, melhoram a hipertensão, melhoram sintomas da depressão, são excelentes para a pele e ainda são poderosos antiinflamatórios. Está presente nos peixes como atum, sardinha, salmão, abacate, oleaginosas, óleo de linhaça.

6 – Linhaça: Rica em gorduras boas como ômega-3, ômega-6, monoinsaturada ajuda a reduzir o colesterol total, reduzir inflamações, é antifúngica, antioxidante, atua na proteção contra o câncer, melhoram o funcionamento do intestino.

7 – Azeite: poderoso antioxidante prevenindo doenças cardiovasculares, é antioxidante, ajuda a reduzir o colesterol total e o LDL, ajuda na melhora do aparelho digestivo, tem ação na diminuição na pressão arterial, melhora da defesa do sistema imune, previne a ocorrência de catarata e degeneração macular.

8 – Maracujá: tem ações benéficas no sistema nervoso central com ação anticonvulsivante, ação sedativa e ansiolítica. Melhora o sono, é antiinflamatório.

9 – Romã: uma das frutas mais poderosas. É anticancerígeno, melhora o estômago, atua na redução de colesterol total e LDL, pressão arterial, é antimicrobiano, antioxidante.

10 – Gengibre: é um poderoso antiinflamatório ajudando na melhora de doenças respiratórias, artrites, melhora na defesa do sistema imune, é antioxidante.

O mais importante a ser ressaltado é que o consumo destes alimentos deve ser orientado por um nutricionista funcional porque os benefícios deles podem não ser para todos de acordo com o princípio de individualidade bioquímica. Por exemplo, tem pessoas que são intolerantes a soja, então ao invés de ajudar a perder peso, pode aumentar.

Não faça escolhas erradas! Marque já sua consulta!

Fonte: Nutricionista Ana Paula Fidélis

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Pet tem Sentimento

Pet Tem Sentimento

Hoje em dia, cães e gatos são mais do que bichinhos de estimação, eles fazem parte da nossa família, acompanham a rotina da casa, passeios, viagens longas e alguns chegam a dormir na mesma cama que seus “Pais”.

Como cita em seu livro “Florais para Cães” , Dra. Jackline Pinto destaca a atenção especial com a nova constituição familiar na qual os “Pets” hoje estão inseridos. Antigamente os cães  eram utilizados para guarda, caça, pastoreiro e hoje?? Entram nas nossas vidas para suprir Carências afetivas- Solidão….     Infelizmente a longo ou até mesmo a curto prazo não é saudável para os “Pets”.    Secundária a essa nova função “suprir carências afetivas”  surgiram muitos desequilíbrios emocionais como dependências, carências, agressividades, medos diversos ou até pavores como de perda, barulhos, animais em constantes latidos… essas alterações comportamentais atingiram de forma direta os seres humanos principalmente por se sentirem em dívida com o “Pet” , pois esse entrou em sua vida para lhe ajudar, lhe apoiar  emocionalmente .

Por muitas vezes os “Pais de Pet” deixam de viajar, de sair, ir ao cinema, jantar fora, até mesmo de dar uma pequena voltinha só para não se sentirem culpados em deixar o “Pet” sozinho em casa. Porque pensam: “ Tadinho ele me ama tanto, como vou me divertir e deixar ele sozinho em casa, coitadinho…”

Mas esse elo afetivo tão estreito será que é Saudável?? Dra.Jackline  relata que “infelizmente essa nova constituição de vida não é saudável para os “Pets”. Os animais sofrem com essa dependência pois não é sadia. Seus instintos estão sendo anulados, não é respeitado, são tratados como eternas crianças,…”

Mas nesse mundo de hoje, com toda essa transformação que tivemos, será que ainda existe uma solução?? Dra. Jackline ressalva a importância da busca pelo natural, pelo respeito do animal como um todo seus instintos, sua natureza. Segundo ela: “Os Florais de Bach atuam de forma incrível com extrema eficácia equilibrando as emoções em desequilíbrio dos “Pets” e também dos “Pais de Pet “.”

Perguntamos a ela como funciona essa Consulta Online Floral Pet?

Segundo a Dra Jackline a Consulta Floral Online trata de uma avaliação minuciosa do animal no meio que está inserido desde seu nascimento até o atual momento. Essa consulta dura por volta de 1 hora e nesta serão indicadas alterações comportamentais e os Florais  de Bach específicos .A consulta pode ser  Domiciliar em SP e São José dos Campos ou via online por Skype, MSN,email para todo Brasil e exterior .

Segundo a especialista em Terapia Floral “ É possível preparar o seu animalzinho para não agredir, para não destruir, para urinar e defecar corretamente, para a chegada de um bebê ou outro pet, acabar com ciúmes, dependências, depressão, saudades, submissão, latidos excessivos, pavor de barulhos, hiperatividade…… enfim qualquer desequilíbrio no emocional do Pet e dos “Pais de Pet”.”

A utilização dos Florais é muito bem aceita, principalmente por trazer o equilíbrio emocional, pois “Animal emocionalmente equilibrado é um animal fisicamente sadio” segundo relata  a Dra. Jackline, e ainda cita uma frase de Dr. Bach o descobridor dos Florais:

“Os florais tratam o doente e não a doença”, enfim os Florais agem equilibrando as emoções trazendo o bem estar físico e Emocional.

Fonte: Dra. Jackline Pinto autora do livro “Florais para Cães” , é Terapeuta Floral e Médica Veterinária, e tem como objetivo em sua vida, divulgar a importância de equilibrar o emocional do seu “Pet”.
Para quem, quiser conhecer mais o seu trabalho, indico a visita no seu blog, www.floraisparacaes.blogspot.com
Telefone para contato:
(12) 3934-7224
(11) 7475-7600

Materialismo

Materialismo

A importância que se pode conferir hoje ao palpável tem sua implicância no tempo em que o concreto era realmente o mais importante. Uma época da vida onde impressões sensoriais são experiências extremamente novas, tão novas que estão na ordem das primeiras impressões que se pode ter do que é mundo. Isso é experimentado a partir de necessidades internas, que em forma de impulsos se projetam no mundo externo. Num movimento natural, o bebê deve perceber que aquilo que brota de dentro dele encontra sentido em algo que está fora dele.

Um modelo muito simplificado disso se da no encontro fome-seio. O bebê sente a fome, mas não é capaz de nomeá-la, contudo, aos poucos e com a ajuda da mãe, vai fazendo a associação que esse desconforto interno tem seu representante em algo externo, ou seja, encontra na mãe um objeto que sossega esse desconforto. No movimento de nomear esse desconforto existe a introdução do afeto e cria-se um vínculo com a realidade.

Se estivermos de acordo até aqui, montamos então, um quadro esquemático onde algo que nasce no interior do eu, combina-se com algo que existe fora do eu. Descrevemos assim o protótipo da capacidade de inteiração com o real. Daí partirá a capacidade de conhecer, reconhecer e assim, confiar em si mesmo e também no outro. Falo da capacidade de manter-se ligado ao outro, ao mundo, mesmo em sua ausência material, ou seja, na ausência da confirmação sensorial.

As características da personalidade materialista têm raízes profundas na experiência da falta na capacitação do reconhecimento do real. Daí a necessidade de confirmação constante do concreto, material, o real sensorial.

De fato a tolerância da ausência do real sensorial é à base da criação e do desenvolvimento da própria personalidade.
Está ai a importância dos vínculos.

O vínculo é o que nos mantém ligado àquilo que fisicamente não está (mais). Na criação disso que aqui estamos chamando de vínculo, é imprescindível a capacidade de viver a experiência da falta, ou seja, arcar com a falta deve ser algo possível. Caso contrario, quando faltar, o eu não resistirá e agirá sem pensar, ou então desistirá definitivamente de agir.

Mas, o que fica no lugar do real sensorial, em sua falta?
O que ampara o eu nessa ausência?
A resposta talvez esteja no elemento simbólico. O elemento sustentador desse vazio está na ordem do simbólico. Aquilo que é criado a partir de um encontro afetivo e efetivo com o real. Na medida em que se estabelece certo vínculo afetivo com aquilo que existe além do eu, inicia-se a criação de símbolos. O símbolo transcende a fome do bebê se estendendo na direção da esperança de que algo no mundo pode dar conta da ‘dor’(desconforto da fome) que vem de dentro do eu (bebê). De maneira prática, poderíamos dizer que o símbolo é uma impressão boa do que é real. A esperança na verdade. Só assim se pode ficar em paz na ausência do real.

Entretanto, para que se possa realmente viver sem, é muito importante que se possa ao menos, acreditar na existência daquilo do qual se abdica. Memória e desejo exercitam e intensificam aqueles aspectos da mente que derivam de experiências sensoriais.
Fonte: Prof. Renato Dias Martino
Psicoterapeuta e Escritor
Fone: 17-30113866
renatodiasmartino@hotmail.com
http://pensar-seasi-mesmo.blogspot.com

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